Um grupo formado por representantes de diversas instituições acadêmicas e culturais – Academia Pernambucana de Medicina (APM), Sociedade Brasileira de Médicos Escritores (Sobrames), Instituto Pernambucano de História da Medicina (IPHM), União Brasileira de Escritores (UBE) e Academia de Artes e Letras de Pernambuco – participou de uma visita ao Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano (IAHGP), em Recife, no dia 17 de março, em uma programação voltada à valorização da memória e da produção histórica do estado.
A recepção foi conduzida pela vice-presidente do Instituto, Maria Betânia, e pelo secretário-geral, Reinaldo Carneiro Leão, que deram as boas-vindas aos visitantes e apresentaram um panorama institucional. Durante o encontro, foram abordados aspectos como a fundação, objetivos, funcionamento e a relevância do IAHGP ao longo dos anos, além de uma visita guiada às instalações.
Fundado em 28 de janeiro de 1862, o Instituto é uma das mais antigas e importantes instituições culturais do Brasil, sendo referência na preservação da história, da arqueologia e da geografia, especialmente de Pernambuco. Ao longo de sua trajetória, consolidou-se como espaço de produção e difusão do conhecimento, reunindo acervos documentais e bibliográficos de grande relevância para pesquisadores de diversas áreas.
A programação também destacou efemérides importantes de 2026, como os 175 anos de nascimento de Francisco Augusto Pereira da Costa, além de homenagens a outros marcos históricos, como os 110 anos de nascimento de José Antônio Gonsalves de Mello, os 100 anos do Congresso Regionalista e o centenário do voo do Jaú.
Durante a visita, foi apresentado ainda um resumo biográfico de Pereira da Costa, reconhecido jornalista, historiador e político pernambucano, cuja obra é referência para os estudos sobre a história local. Sua trajetória evidencia a importância da pesquisa e da preservação documental para a construção da memória coletiva.
A atividade reafirma o papel do Instituto como espaço de encontro entre saberes e como guardião da história pernambucana, fortalecendo o diálogo entre instituições e incentivando a valorização do patrimônio cultural do estado.











